terça-feira, 19 de maio de 2015

Vacinas!

Depois de tanto tempo sumida, eis que volto para lhes dar notícias sobre o andamento das coisas. Maio foi um mês bastante apertado financeiramente falando, mas conseguimos manter a manutenção das vacinas dos cachorros. Levamos eles ao veterinário para fazer as vacinas, pesar e para a veterinária fazer uma breve avaliação sobre alguns probleminhas que de vez em quando apareciam na Maggie. A veterinária, gentil como sempre, avaliou, brincou, vacinou e no final deu tudo certo. Na verdade, nem sentiram o "pics" da vacina, e os "probleminhas" da Maggie, são na verdade coisas normais que acontecem em cadelas castradas. Menos mal né? O mais estressante para eles na verdade, é que ainda não se adaptaram a andar de carro, então é sempre uma "função" colocá-los no carro, e levá-los para qualquer lugar, mesmo que for só para passear.

Família Buscapé...

Bobby fingindo estar comportado observando tudo!
Maggie ansiosa...
 O próximo passo, que teremos que fazer logo, é a implantação dos chips nos cachorros e a vacina da raiva, que só pode ser feita depois de implantado o chip. No Bobby como ainda não sabíamos essa sequencia de primeiro o chip e depois a vacina, quisemos poupá-lo das picadas e acabamos vacinando ele contra a raiva quando ele foi castrado em janeiro. Infelizmente teremos que repetir a vacina da raiva no momento em que colocarmos o chip. Insira aqui a carinha de um cachorro bravo.
Quanto aos gatos, a Cuddy já está pronta, como vocês já leram nas outras postagem, só falta o exame de laboratório que será feito assim que o Ozzy também estiver pronto. Para ele ainda falta uma vacina e a chipagem, que pretendemos fazer até junho no máximo.

Infelizmente, ainda não temos novidades sobre o retorno do passaporte para contar, e assim, vamos vivendo um dia de cada vez, na esperança de uma hora aparecer aquele bendito e-mail ou telefonema, nos dando boas notícias. Sendo assim, me despeço novamente na esperança de que o próximo post eu possa contar a vocês as datas que tanto esperamos para chegada do passaporte e da tão esperada mudança.

Um beijão e até breve!

sábado, 21 de março de 2015

Atualizando...

Desculpem a demora pelas notícias, mas muitas coisas aconteceram desde a castração da Cuddy, e como tudo está um tanto corrido, não conseguia tirar o tempo para atualizar o blogue, mas aqui estou eu. Como as coisas ficaram um pouco apertadas financeiramente falando, tivemos que adiar um tempinho nossos procedimentos com nossos bichinhos, então ainda não fizemos nada desde que a Cuddy voltou do veterinário. Nosso próximo passo seria a vacinação e chipagem do Ozzy, mas como eu estava desempregada até final de fevereiro, ficou bem difícil conseguir fazer algum avanço.

Comecei a trabalhar em uma farmácia hospitalar somente no período da tarde, e nos finais de semana, são doze horas, tipo plantão mesmo. A parte boa é que durante a semana tenho um tempo para cuidar da casa, dos bichinhos e de mim também, organizar nossas coisas para a mudança. Já começamos a "destralhar" aquilo que compramos e usamos pouco, que na real fica só ocupando espaço e juntando pó. Já vendemos algumas coisas para ajudar nas finanças e continuar com nosso plano adiante. A palavra de ordem agora é desapego.

Meu marido ligou no Circulo Trentino onde está nosso processo, e infelizmente lá também está um pouco atrasado, talvez até não fique pronto ainda esse ano a nossa documentação, o que para nós é bem complicado, pois estamos contando com nossa mudança até final de ano. Mas vamos pensar positivo e rezar para que tudo termine como o esperado.

No momento não tenho mais novidades, então assim que as coisas começarem a caminhar novamente, volto para atualizar tudo por aqui.


Até breve!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Mais um passo concluído

Ontem estava marcada a castração da Cuddy, nossa gatinha de quatro anos. Levei ela de manhã bem cedo e fomos buscá-la no final da tarde. Além da castração, foi começado o esquema vacinal, e colocado o chip. A vacina na verdade, é feita apenas uma dose por causa da idade dela, que é contra quatro doenças felinas. Ano que vem, só temos que fazer o reforço. Também foi colocado o chip e testado quando fomos buscá-la. Esse procedimento é um pouco mais chatinho, mas aproveitamos que ela estava anestesiada e fizemos tudo o que precisava e sabíamos que seria desconfortável, com ela dormindo. Após cadastrar o chip no site (o veterinário fez isso junto conosco), foi feito um teste na clínica ainda, e meu marido recebeu um e-mail de confirmação que ele estava funcionando e foi cadastrado com sucesso. O chip que foi implantado, é com leitor internacional, ou seja, pesquisamos muito antes de colocá-lo, para não precisar refazer o processo. Olhei na internet qual era o chip indicado para o local onde iríamos morar e graças a Deus, na clínica eles tinham justamente aquele que nós precisávamos: Virbac Iso 11784 - 11785. 

A castração foi realizada com sucesso, mas talvez por ela ser bem pequenina, o efeito pós anestesia demorou muito para passar. Já se passaram quase 24 horas da cirurgia e ela ainda não está cem por cento recuperada. Mas vamos torcer para que dessa vez não haja contratempos, como houve com o Bobby, que depois da sutura cicatrizada, a incisão abriu novamente e tivemos que levá-lo na clínica, pois tinha ficado um pedacinho de fio dentro e o organismo o expulsou. Na real, está acontecendo pela segunda vez. Ontem conversamos com o vet que operou ele (o mesmo que operou a Cuddy) e vamos aguardar o organismo do Bobby expulsar novamente algum pedaço de fio ou corpo estranho do local, que está um pouquinho aberto como da outra vez. Na terça feira levaremos ela para tirar os pontinhos.

Cuddy logo que chegou da clínica, ainda bem sonolenta.
Com a Cuddy, todos os procedimentos necessários já foram feitos: castração, chip e vacina, agora só esperar para fazer o exame de sorologia. Na semana que vem também daremos vermífugos para os gatos. Os cachorros já administramos na semana passada. Em março ou abril vamos fazer a vacina do Ozzy e implantar o chip nele, e em maio vamos por os chips nos cachorros. Escolhemos maio porque eles tem o reforço das vacinas e já aproveitamos a viagem. Todos os procedimentos feitos com eles, estão sendo descritos nas carteirinhas de vacinação deles, mesmo que seja só pesar. É importante o animal ter uma evolução anotada para poder sair do país.


Estamos ainda com uma dúvida muito grande e pesquisando muito sobre o transporte de animais para a Europa, e não conseguimos chegar a uma solução. Decidimos que de São Paulo para Londres, iremos com a British Airways que foi uma das melhores empresas aéreas recomendadas em pesquisas na net para transporte de animais. Quem sabe ainda não tenhamos a sorte de pegar o Bruce Dickinson pilotando o avião, né? O nosso problema é como vamos levar eles de SC para SP, pois não queremos voar com empresas aéreas nacionais por todas as denúncias que vemos na internet de maus-tratos. Ficamos apavorados. Ainda estamos pensando o que fazer, pois vão os quatro todos juntos no mesmo vôo. 

Bom, assim que tivermos mais notícias atualizadas, continuarei a postar todos os passos para a realização do nosso sonho, que consigo sentir, está cada vez mais próximo. Até breve!


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Caminhando

Ontem ficamos muito felizes com uma notícia: ligamos para o Círculo Trentino responsável por nosso processo e se tudo correr bem conforme o esperado, até junho deste ano nossa documentação estará pronta e poderemos sair do país. Com certeza a melhor notícia da semana. Como já escrevi nos outros posts, estamos caminhando devagar para as coisas acontecerem certas, mas com essa notícia já vamos ter que nos movimentar um pouco mais rápido. Marcamos a castração da Cuddy (aiii meu coração) para dia nove de fevereiro e também começaremos o esquema de vacinação, já que ela tem quatro anos e nunca tomou vacina. Vamos aproveitar que ela estará sedada e já faremos a primeira dose e logo levaremos o Ozzy para vacinar também.

O Bobby se recuperou super bem da cirurgia de castração e até já podemos notar que ele está mais tranquilo e comilão. A Maggie é pura empolgação! Acho que ela vai adorar morar no frio e talvez até brincar com a neve. Estamos também decidindo se vamos vender ou alugar a casa, porque precisamos de dinheiro (muito dinheiro) para pagar as despesas e chegar em outro país com money suficiente para alugar uma casa e se manter por alguns meses. Assim que tomarmos uma decisão, escreverei tudo por aqui. Já pesquisamos sobre aluguéis, estamos vendo casas pela internet para comprar ou alugar, enfim, deixando as coisas já meio encaminhadas para quando a documentação chegar, partir o quanto antes.

Nossa cidade escolhida foi Bournemouth, condado de Dorset na Inglaterra. Meu marido já morou lá a dez anos atrás durante um ano. Apesar da Inglaterra ter sempre um clima mais friozinho, Bournemouth é uma praia, a quarta mais linda da Inglaterra, segundo pesquisas. Essa cidadezinha fica a mais ou menos quatro horas de Londres, fica perto também de Stonehenge (as ruinas de pedras) e próximo a Southampton, de onde saiu o Titanic em 1912, lembram? São onze quilômetros de praia, e segundo um amigo nosso que mora lá, hoje já tem até uma prainha separada só para os cachorros. Os nossos com certeza vão amar!

Seguem algumas fotos da localização e da cidade:

Lindo não?
Encantada
Stonehenge
Porto de Southampton e o Titanic partindo em 1912
Assim que eu tiver novas informações, volto para deixar tudo atualizado por aqui. Nos desejem muita sorte para que logo venham nossos documentos e que nossa mudança dê tudo certo. 

Até breve!


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Primeiros Passos

Como eu havia comentado antes, voltei aqui para dar "satisfações" sobre como andam os planos de nossa mudança para o exterior. Após eu e meu marido organizar um check list de coisas para fazer em sequencia, hoje foi realizado o primeiro passo, ou seja, a castração do Bobby. Levamos ele na clínica hoje de manhã e apesar dele estar bastante agitado com o local, conseguimos realizar o procedimento com sucesso. Para quem não sabe, o Bobby teve cinomose a algum tempo atrás e foi nessa clínica e com o mesmo veterinário que foi feito o tratamento, causando ao Bobby um certo pânico toda vez que levamos ele para visitar o "Tio Rodrigo". Como o tratamento foi bastante doloroso e traumatizante, ele começa a tremer toda vez que paramos o carro na frente da clínica.

Quando o levamos hoje cedo, ficamos junto com o veterinário para ajudar na anestesia, pois o Bobby não é um cachorrinho muito cooperativo. Conseguimos colocar a fucinheira nele e logo foi colocado um soro na veia com o anestésico, e em menos de dois minutos, ele já estava dormindo como um anjinho. Deixamos ele lá para fazer o procedimento e fomos buscá-lo hoje as dezesseis horas. No momento ele está deitado aqui do meu lado, meio inquieto ainda, o que é normal em qualquer cirurgia, mesmo pequena. A Maggie apesar de ser uma "bebezona", tá sempre preocupada com ele, seguindo-o e fazendo carinho sempre que chega perto dele.

Maggie cuidando do Bobby
Aproveitamos também que ele estava anestesiado e fizemos a vacina anti-rábica, seguindo a sequencia do calendário de vacinação conforme pede a burocracia da mudança. Em maio ele tem mais uma dose (a Maggie também), e depois é só reforço anual , se der tudo certo no exame toxicológico que precisa ser feito antes da viagem. O segundo passo é a castração da Cuddy, nossa gatinha de quatro anos, que apesar da idade, parece um ratinho. Ela exige um pouco mais de cuidados, mas com certeza ela vai tirar de letra e vai dar tudo certo. Também tem todo o esquema vacinal dos gatos, que como já comentei, ainda não foi começado, mas isso é outro passo, tema para post futuros.

Agora vou ajudar a Maggie a cuidar do Bobby. Logo voltarei com novidades!

Até mais!

sábado, 10 de janeiro de 2015

Tudo começa por aqui

Não é segredo para ninguém a minha vontade de sair desse país, como já escrevi várias vezes em alguns post atrás, mas a decisão de que isso vai acontecer, foi tomada no final do ano passado, quando meu marido finalmente conseguiu a dupla cidadania. Ele já é cidadão europeu, mas ainda estamos esperando os documentos voltarem de Roma, com o passaporte europeu dele,  para podermos nos mudar. Resolvi escrever esse post para começar a contar toda a nossa luta para poder morar fora do país com nossos animais de estimação, que são dois gatos e dois cachorros. Conforme as coisas vão fluindo, vou escrevendo aqui todos os passos para quem decidir tomar a mesma atitude que nós, e não fiquem desnorteados assim como eu fiquei quando comecei a procurar os trâmites legais para morar em outro país. Confesso que quando fiz a primeira pesquisa, fiquei ao mesmo tempo assustada e perdida no meio de tanta informação, mas aos poucos fui juntando as coisas e dando segmento aos nossos planos. 

Se você é solteiro ou casado, sem filhos ou animais de estimação para levar, as coisas ficam bem mais fáceis, mas se você for como nós aqui em casa que queremos levar nossos bichinhos conosco, então prepare um boa dose de paciência e dinheiro, que você vai precisar. Para começar, você deve ter seus bichinhos castrados, o que demanda tempo e dinheiro para fazê-lo. Nós temos dois animais castrados e dois que ainda não passaram pelo processo, mas que logo terão que passar (ai meu coração). Nossa cadela Maggie e nosso gato Ozzy já são castrados, mas o Bobby e a Cuddy ainda passarão por isso. Ainda esse mês mandaremos o Bobby primeiro, pois além de ser mais barato, o pós operatório é mais tranquilo em machos.

Uma coisa muito importante são as vacinas. Nossos gatos não foram vacinados para nada pois sempre ficaram dentro de casa, mas isso é obrigatório lá fora, então temos que fazer todo o esquema vacinal dos dois. A Maggie e o Bobby já tem suas vacinas praticamente em dia, mas mesmo assim vamos ficar sempre de olho para não deixar passar prazos ou esquecer vacinas, pois acontece muito do animal não ser liberado para viajar e você ter que deixá-lo no aeroporto, coisa que eu jamais faria, por isso quero fazer tudo certinho dentro das leis. Depois das vacinas, você também tem que implantar microchips em todos os animais com leitura internacional de dados, pois lá isso é obrigatório. Mais uma vez seus bichinhos terão que ir ao veterinário e passar por outro procedimento, mesmo que pequeno, mas muitas vezes é feito anestesia porque o chip é meio grandinho, mas assim que levarmos eles, contarei tudo em detalhes aqui.

Também é feito um exame antes de partir para ver se o animal não tem alguma doença que possa infestar o país onde iremos. No nosso caso, escolhemos a Inglaterra para viver, e por ser uma ilha, lá ainda é mais burocrático do que na Itália, por exemplo. Então teremos que ficar antenados para dar tudo certo. Conforme vamos fazendo os procedimentos, vou postando os passos para todos vocês que assim como nós, tem o sonho de ir morar em outro país. Não esqueçam que para viver lá fora, existe todo um esquema de vistos, passaportes e mais um monte de coisas, então no nosso caso só será possível morar lá, porque a dupla cidadania do meu marido foi aceita, após nove anos rolando o processo no consulado. Eu só conseguirei morar lá, por causa do meu marido, como cônjuge, e o fato de nós estarmos casados a mais de cinco anos, me dá a vantagem de chegar no país e me candidatar para ganhar a cidadania inglesa, tema de outro de vários post que escreverei aqui.

Para conseguir morar em outro país, como vocês estão acompanhando, não é tarefa fácil, mas é justamente por ser tão difícil que a maioria das pessoas desistem no primeiro empecilho e acabam deixando de lado um sonho, achando que nunca conseguirão realizá-lo. Sei que nossa tarefa não será fácil esse ano, que é o tempo que nos demos para resolver tudo aqui no Brasil, para no início do ano que vem podermos nos mudar, mas não desistiremos tão fácil. Por isso resolvi escrever tudo por aqui, como forma de incentivo a você que também quer realizar seu sonho.

Nos veremos em breve com novidades! Até logo!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

E 2015 chegou!

E mais um ano começou, novas oportunidades surgindo, novos sonhos, novas perspectivas...assim é todo começo de ano, né? Fazemos mil promessas de mudanças, de começar aquele regime, o curso de inglês, mudar de emprego e quando o ano acaba nos damos conta de que quase não fizemos nada daquilo que estava na nossa lista de final de ano. O ano que passou para mim foi um ano super pesado, cheio de decisões importantes para o meu futuro, cheio de correrias, novas experiências profissionais, novos amigos  (o que é muito bom), mas confesso que apesar de ser um ano extremamente massante, não senti ele passar. Parece que o dia é pouco para realizarmos tudo aquilo que precisamos e que as coisas vão acumulando e você não vence em querer acompanhar o tempo. Assim foi o ano que passou.

Para esse novo ano que acabou de chegar, pela primeira vez na minha vida, não fiz lista de resoluções de ano novo, não planejei nada e na real, estou começando o ano até desempregada. Sim, eu saí da chocolateria onde trabalhava por motivos de força maior (risos). Mas na verdade, toda essa situação não está me incomodando, muito pelo contrário, me sinto cheia de energia e motivada a escrever um ano super produtivo e leve (assim espero). Tenho alguns planos na minha cabeça e alguns rabiscos em um caderno aqui na minha mesa do computador, mas nada tão grande como a gratidão que sinto todos os dias pelas oportunidades que aparecem, pelas pessoas que conheço, pelos amigos que se mantém fiéis, pelas coisinhas pequenas que vão surgindo e que me fazem tão bem, como o nascer do sol acontecendo nesse instante ao meu lado.


Essa "história" que agradecer tornam as coisas mais simples pode não ser real na mente de quem duvida, mas quando a gente começa a agradecer pelas mínimas coisas, a vida se torna mais fácil de viver, mais leve. Começamos a notar as pequenas coisas que antes passavam despercebidas pelos nossos olhos, e ver realmente a beleza das coisas simples e o quanto ficamos felizes com tão pouco. Ontem a noite fui dar uma volta atrás de casa no meu quintal e quando olhei para o céu, fiquei impressionada com o espetáculo que a lua em conjunto com as estrelas estavam fazendo. A primeira palavra que veio na minha mente e na minha boca foi: "Obrigada". Quando começamos a praticar a gratidão, ela vem instantaneamente na nossa cabeça por qualquer coisa que aconteça na sua vida, e quando falo que quanto mais agradecemos, mais coisas boas acontecem, algumas pessoas me olham meio de lado com aquela dúvida no olhar. Infelizmente esse tipo de sentimento não pode ser dividido com ninguém, ele precisa ser sentido e ser sincero, só assim você consegue entende-lo.



Então, como não fiz minha listinha ainda, em 2015 a minha resolução de ano novo será praticar a gratidão, apenas agradecer e nada pedir, porque rezar e pedir coisas todos nós sabemos, agora agradecer pelo milagre da vida diariamente, isso poucos lembram de fazer. Espero que na sua listinha de resoluções de ano novo, tenham bastante coisas boas, bastante sentimentos bons e obrigada por fazer parte da minha vida!

Até breve!


sábado, 20 de dezembro de 2014

Passando para deixar um Oi

Gentem...quanto tempo eu não passo por aqui! A vida anda tão corrida que nem tempo de sentar e escrever algumas palavras eu consigo, só trabalho e mais trabalho. Depois que saí da prefeitura em maio desse ano e comecei a trabalhar no comércio as coisas passaram tão depressa que não consegui acompanhar o ritmo.  Atualizando um pouco as coisas por aqui, estou trabalhando desde agosto em uma chocolateria no centro da cidade. Infelizmente vou trabalhar ainda 4 dias e depois férias...com emprego novo para o ano que vem. Gostei muito dessa nova experiência e confesso que se não fosse por dois pequenos probleminhas, eu não gostaria de sair de lá...mas, vamos adiante.

Fiz minha festinha de aniversário com o tema halloween, em outubro, sonho que sempre tive desde criança. Fazer uma festinha temática com convidados vestidos a caráter. E deu tudo certo, foi um sucesso!! Cortei meu cabelo quilométrico de novo e agora me sinto muito mais magra, na real, emagreci mesmo sem querer e sem fazer regimes. Acho que foi a correria de fim de ano. Assistimos um novo seriado chamado The Americans que recomendo muito, sobre um casal de espiões russos se passando por americanos e... aí você vai precisar assistir, né?

Estou esperando o preço das passagens baixarem um pouquinho, pois queria muito dar um pulinho em São Paulo e conferir a amostra de Ron Mueck, que está expondo seus trabalhos (lindos)  e tenho muita curiosidade de ir ver de perto. Rezando aqui para baixar as passagens.

Bom, mais alguns dias eu entro em férias e vou poder sentar aqui na frente do PC, respirar e escrever com calma. Agora preciso muito de um banho e um descanso, porque amanhã é o último domingo antes do Natal e vou trabalhar de manhã. Então até breve!!


Eu logo volto, prometo!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Biscrok Canino

Hoje estou passando bem rapidinho aqui só para deixar uma receitinha de Biscrok canino que vi em um site e achei bem interessante. Fiz para os meus cachorros e eles adoraram. Os ingredientes dessa receita são todos naturais e os biscoitos também podem ser comidos por nós humanos (risos). Lá vai:

1 banana e meia amassada
2 colheres sopa de mel
1 ovo
1 xícara de aveia em flocos
1 colher sopa canela em pó
1 colher sopa manteiga sem sal
2 xícaras de farinha de trigo integral

Modo de Preparo:

Colocar todos os ingredientes em uma vasilha e ir amassando até que a massa desgrude das laterais da vasilha. Continue amassando com o trigo, estique com um rolo de macarrão, corte com um cortador do tamanho que desejar e leve para assar em forno baixo (180°) até eles ficarem dourados e crocantes. Eu usei uma tampinha de vinho para  fazer rodelinhas, pois meu marido usa os biscoitos para treinar os cachorros a andar na coleira, então fica mais fácil colocá-los no bolso. Dêem uma olhadinha na foto...




Se você testou a receita e seus filhotes gostaram, comenta aí...

Até mais!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Brasília pela segunda vez!

Eu e meu marido decidimos em comum acordo, que todos os anos nós iríamos nos dar de presente uma pequena ou grande (quando possível) viagem para manter o stress do cotidiano bem longe das nossas vidas. Esse ano foi um ano de muitas mudanças e consequentemente de muitos gastos, então até tínhamos decidido não viajar, mas sempre aparecem promoções de passagens aéreas bem tentadoras, né? Como temos um casal de amigos que moram em Brasília e achei uma promoção imperdível de passagens para lá, fizemos o grande sacrifício de ir visitá-los, e de quebra, levar junto minha sobrinha para voar de avião pela primeira vez, e claro, conhecer Brasília.

Para o alto e além...
Saímos de casa numa sexta feira de manhã, para pegar o primeiro vôo em Joinville, aeroporto que até então não conhecíamos ainda, mas que ficamos encantados com a organização e a estrutura, apesar de ser bem pequeno. Nosso vôo atrasou uma hora por condições climáticas desfavoráveis (neblina), mas depois da espera, tudo deu certo, e ainda conseguimos chegar a tempo de pegar o segundo vôo de São Paulo para Brasília. Chegamos no aeroporto de Brasília perto das cinco da tarde, onde fomos recebido por um de nosso amigo e vários torcedores do Vasco que aguardavam ansiosos a seleção de futebol desembarcar de um vôo que chegou junto com o nosso. Até pensei que aquela cantoria toda era por causa da nossa chegada, mas infelizmente não era ( risos).

Chegando animada em Brasilia apesar do cansaço.
Desta vez vimos Brasília de um jeito diferente da primeira vez. Fomos em quase todos os lugares que já havíamos visitado, mas em horários diferentes, me fazendo ter uma nova e mais encantada visão dessa linda cidade. Alguns lugares que fomos visitar durante o dia na outra viagem, dessa vez fomos a noite e o realce das luzes me fez gostar mais ainda dessa viagem. Voltamos ao Congresso Nacional, só que dessa vez a noite, na Torre de TV Digital no final de uma tarde linda, fomos conhecer uma feira de produtos brasilienses muito legal, descobrimos o delicioso "bolo de rolo"que aqui no sul é muito difícil de achar, andamos de metrô, novidade essa que não havia no outro passeio, fomos conhecer o Cine Drive-in onde você assiste de dentro do carro. Comemos comida nordestina em um restaurante muito peculiar chamado Mangai, onde somos atendidos por garçons vestidos de cangaceiros, tomamos uns cafés da manhã deliciosos feitos por nosso queridos anfitriões.

Congresso Nacional visto a noite.
Torre de TV Digital
Catedral Metropolitana de Brasília
Mangai
"Se achando" em casa no Congresso Nacional
Ficamos pouco tempo dessa vez, e para passear em Brasília e ver várias coisas em apenas um dia, é quase um disparate, mas melhor do que nada, né? Aproveitamos o finalzinho da sexta feira com um jantar digno de reis, batemos pernas o dia inteiro no sábado, e no domingo de manhã já estávamos de malas prontas para voltar. Nos despedimos de nossos amigos e pegamos nosso vôo ao meio dia, chegando em casa perto das nove da noite. Tudo correu tranquilo como sempre, apesar do atraso no inicio da viagem e da espera interminável nos aeroportos. Nossa conexão na ida para Brasília dessa vez foi em Congonhas, onde ainda não havíamos estado e fiquei bastante impressionada com a organização se comparado a Guarulhos e Viracopos, apesar de achar que o avião iria arrancar os prédios com as asas.

Mesmo sendo apenas um final de semana diferente e não "aquela" viagem de férias para aliviar o stress, já valeu a pena pela companhia maravilhosa dos nossos amigos que sempre nos fazem nos sentir em casa. O stress cotidiano foi para longe por um tempo e voltamos aliviados, felizes e prontos para encarar a maratona de final de ano. Para quem ainda não conhece Brasília, não perca tempo...é linda demais! E aos que já conhecem, sabem porque sempre queremos voltar.

Até logo!




quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A Fragilidade de Uma Vida

Após largar meu emprego público de sete anos, resolvi tirar umas férias de tudo aquilo referente a dedicar a minha vida para cuidar de outra. Nesse meio tempo fiz algum dinheiro para ajudar nas despesas da casa de outras formas que não envolviam o cuidar. O tempo passou e como o emprego que procuro fora da minha área de enfermagem não aparecia, resolvi voltar a cuidar de pessoas nos hospitais ou nas suas casas. Publiquei na internet o meu serviço de cuidador e logo apareceram oportunidades para voltar a ativa, fazendo aquilo que aprendi desde cedo: cuidar do próximo.


Aceitei um pedido de uma amiga para cuidar do pai que estava com câncer de próstata, ossos e no final descobriu-se metástase de pulmão também. Conheci o Sr. X no hospital, apresentando - se pouco abatido, apesar da doença que lhe molestava, mas comunicativo, preocupado comigo, se eu iria comer ou dormir, se eu estava bem.

Passei o dia com ele no hospital, e no final do dia ele foi liberado para voltar para casa. No dia seguinte comecei a cuidar dele em seu domicílio, com a ajuda de sua esposa e filhos que faziam revesamento para não deixá-lo sozinho quando meu horário terminava. No sexto dia de cuidado, o Sr X decidiu não lutar mais, e entregou-se a doença que aos poucos foi lhe tirando a vida. Hoje é o seu sepultamento.

Quando sua filha me ligou hoje cedo avisando sobre o ocorrido, fiquei pensando em quão frágil nossa vida é diante de tudo. Um homem que a uns dias atrás conversava comigo, brincava, comia e em menos de uma semana deixou esse mundo. Por mais que você se acostume ao longo do tempo a lidar com a doença e a morte, é  assustador estar cuidando de uma pessoa e por mais que você se esforce fazendo de tudo para amenizar o sofrimento alheio, a vida vai se esvaindo rapidamente pelo meio dos seus dedos e aí você percebe que por mais que você fizer, nada vai mudar o ciclo que a vida tem que seguir.

E você apenas observa o quanto tudo é rápido e tão frágil e que seus esforços são tão insignificantes por melhor que você queira fazer, que a vida é como um sopro, um sorriso ou uma lágrima, que de repente se acaba. E apesar de estarmos acostumados com o fato de que não somos eternos nessa terra, ainda assim ficamos pasmos quando vemos o último suspiro de vida em um corpo agora inerte.

E a cada vida que você se despede, entendemos o quanto somos pequenos diante de tudo... 






sábado, 26 de julho de 2014

O Vício dos Brechós

Hoje estou aqui para escrever sobre a mania dos brechós. Principalmente na era do facebook, colocar coisas que você não usa mais no brechó para vender, ficou tão prático e rápido, que está virando moda entre as mulheres em todos os lugares. Aqui na minha cidade, foi criado um brechó on line e agora está virando febre de promoções, pechinchas e novas amizades, pois quando você compra alguma coisa, ou vai provar, acaba conhecendo a pessoa que está vendendo. As vezes acontece de você comprar mais coisas da mesma pessoa em ocasiões diferentes, criando até alguns elos de amizade.

Comecei a comprar e vender coisas no brechó recentemente, e confesso que fiquei viciada rapidinho, pois existem ofertas bastante tentadoras e é uma maneira que achei de "destralhar" a minha casa, vendendo coisas que apesar de novas, não tem mais utilidade para mim, e que talvez outras pessoas ainda aproveitarão. Posso dizer que fiquei bem feliz na minha estréia com vendedora de brechó. Fiz um dinheiro que até então não estavam nos planos, e comprei uma bota linda e maravilhosa pela pechincha de R$ 30,00. A bota é essa da foto, praticamente nova! Comprei também um sapato muito chique que já revendi e uma pantufa bem quentinha pela bagatela de R$ 15,00.


Para quem está em modo econômico como eu, os brechós são uma boa oportunidade de comprar de tudo o que você imaginar por um preço mais acessível. Tem vezes que as pessoas doam coisas, fazem trocas de mercadorias e a maior parte das vezes é estipulado um valor, mas ainda podemos negociar de várias maneiras. É o local certo para quem está economizando e quer comprar coisas boas e baratas. Claro que tem gente que abusa um pouco dos valores, mas a maioria entende o que é um brechó e acaba entrando no clima.

Como eu sou uma pessoa bastante empolgada, guardo o dinheiro que ganho no brechó em um lugar seguro, pois quero usá-lo para viajar. Se você está achando que estou ficando rica se enganou redondamente. A viagem que pretendo fazer é nacional e não custa tão caro, então mãos a obra vender coisinhas para poder comprar as passagens.

O brechó foi um jeito bom e barato que achei de comprar coisas que preciso e vender aquilo que não uso mais.  Tem gente que não gosta de usar coisas usadas pelos outros, mas os produtos que estão a venda geralmente são bons, e no caso dos sapatos, tem a vantagem de já vir amaciado e não causar bolhas nos pés. Mas vou deixar de conversa fiada, pois tenho marcado de entregar alguns livros que vendi no brechó e não quero deixar as pessoas esperando.

Até o próximo post!




sábado, 28 de junho de 2014

Brasil um país de todos...#só que não#

Morar no Brasil é piada. Aliás, sobreviver no Brasil fica melhor escrito. Todos os dias vemos notícias sobre o que a politicagem desse país anda aprontando para tirar mais do povo brasileiro e encher seus bolsos, descobrimos tarde demais as poucas coisas boas que temos "direito" que nos ajudam de alguma forma a ter um pouco de alívio dessa roubalheira, mas não esqueça a parte burocrática dessa justiça, afinal, se fosse tão fácil, não teria graça. Leis sendo feitas em benefício deles próprios, nem sequer querem lembrar do povo brasileiro que os ajudou a chegar onde estão. Benefícios e mais benefícios para eles e toda a família e o povo brasileiro que se lasque, quem mandou não ser esperto, né?

Pra quê educação, saúde, transporte quando se tem a copa? Não precisamos de portos, de melhores estradas, de hospitais e escolas, de profissionais de saúde e professores bem pagos, afinal, o que esses profissionais fazem, não tem tanta importancia como correr atrás de uma bola e gritar gooooolllll. Somos feitos de palhaços por tanto tempo, que nem temos mais vontade de lutar, afinal, já sabemos o resultado. Aí vem as eleições novamente e pensamos em mudar os que estão lá, quem sabe ainda temos esperança de dias melhores. Doce engano. Não sei se quando eles colocam os pés naquele hospício, eles acabam enlouquecendo como a maioria, se tornam pessoas más e acabam como os veteranos, roubando e roubando tudo e mais um pouco do povo que trabalha quase metade de um ano para pagar os impostos que esse governo de merda nos impõe.


Pensamos mil vezes em sair do país, em viver em outro lugar que você pelo menos consiga ter o básico, coisa que aqui no Brasil está cada dia mais difícil. Mas são tantas burocracias, tantas exigências que chegamos a desanimar só de pensar em vender tudo e sumir. Quem consegue juntar dinheiro para fazer alguma coisa em um país que pagamos os impostos mais altos do mundo? Quem sabe você até consiga, trabalhando em dois ou três empregos, sacrificando a sua saúde para poder ter um pouco de lazer ou até mesmo de paz. Como custa e como dói ser brasileiro, motivo de piada e de pena do resto das pessoas do mundo. Antigamente quando o hino nacional tocava, nós até nos emocionávamos, tamanho orgulho de fazer parte dessa nação, mas hoje quando eu ouço o hino, eu ainda tenho vontade de chorar, mas de tristeza por fazer parte de um país onde a corrupção e a cara de pau batem recordes.

O povo se vendendo por esmolas, sim bolsas esmolas é isso que o governo criou para forçar os mais ignorantes a serem acomodados e depender deles para tudo, e a única exigência disso tudo, é o seu voto, simples assim. Golpe de mestre, hein? Vamos dar algumas migalhas para eles, assim não precisam trabalhar e se tornam dependentes de nós, e ainda no final das contas, vão nos agradecer por isso com seus votos, porque, quem não quer ganhar sem trabalhar duro? Enquanto isso os que estão trabalhando e dando seu dinheiro para sustentar esse bando de chupins, se esborracham de tanto trabalhar, ficam doentes na tentativa de dar uma vida decente a sua família, decência essa que esse bando de corruptos não tem um pingo.

Como não ter vergonha de viver em um país onde o presidente é um analfabeto com um passado mais sujo que pau de galinheiro, onde senadores, deputados, vereadores não tem estudo e os que tem aprendem a roubar mais rápido. Como se sentir livre em um país onde você é obrigado a votar em um bando de urubus que só vão te tirar mais do pouco que você tem, que dizem que todos temos liberdade de expressão, mas quando abrimos a boca para falar algumas verdades, somos ameaçados, humilhados. Um país que tem os governantes ladrões mais descarados do mundo, que não são exemplos para ninguém e continuam lá porque os trouxas continuam votando neles. E ainda tem gente que defende e acha que está tudo maravilhoso, mas eu realmente não sei em que Brasil eles vivem, porque no meu Brasil, as coisas são bem difíceis.


É nítido o sentimento de revolta, de tristeza no rosto daqueles que dão duro todos os dias para levar o pão para casa, sabendo que não existe esperança de dias melhores. Vivemos num país lindo, de terras tropicais, de climas diversificados, de pessoas simpáticas e acolhedoras, mas que está se definhando aos poucos pelo egoísmo de alguns que não tem o mesmo patriotismo que nós. Infelizmente hoje eu sinto vergonha de ser brasileira e ver milhares de brasileiros passando necessidades, onde a obrigação daqueles que nós elegemos era no mínimo dar condições básicas de vida. Mas porque eles deveriam se incomodar né? Eles não precisam de hospitais públicos para serem atendidos, podem ir nos melhores com as mais novas tecnologias para tratar qualquer indisposição, enquanto uma pessoa espera a morte na fila do SUS sendo comida por um câncer terminal. Para que arrumar as estradas se eles podem ir a qualquer lugar do país de helicóptero ou de avião, deixem as estradas ótimas como estão. Estudar pra que? Eles nem de estudo precisaram para chegar aonde estão, então porque investir em uma coisa que nunca fez diferença para eles? É melhor não mencionar o resto para não ficar mais revoltada.

Queria saber onde está a igualdade cantada no hino nacional, que grandeza o futuro espelha nesse país governado por pessoas inescrupulosas, hipócritas e sem coração...cadê a ordem e o progresso descrito na bandeira do nosso país...juro que eu queria saber!




#prontodesabafei#









quinta-feira, 26 de junho de 2014

Coisas boas mesmo!

Sol nascendo, céu estrelado, gargalhadas, roupas limpas e cheirosas esvoaçando no varal, brincar com os cachorros, fazer cafuné nos gatos, abraços apertados, sushi, ganhar um presente, dar um presente, caminhar em um lindo parque, ar puro, viajar, fazer um prato culinário delicioso, sorrir, gratidão, voar de avião, aprender novas culturas, casa limpa, internet funcionando a mil por hora, ouvir nossas músicas preferidas, amigos (aqueles que frequentam a nossa casa), banho quente e demorado no inverno, praia com sol, banho de chuva, família reunida, vinho em um dia frio, cerveja em um dia quente, pijamas limpos e pantufas quentinhas, roupas de cama perfumadas, inverno, livros, ajudar o próximo, roda de violão e churrasco com os amigos, chocolate quente, unhas vermelhas, Eddie Vedder, happy hour, pizza, frutas e verduras frescas. 




Fotografias, lembranças, batida de maracujá, neve e frio, filmes e seriados, mistérios, amor e sexo, arco-íris, pérolas, aurora boreal, paixão, gentileza, flores de todos os tipos, animais de todas as raças, coragem, dizer não, Rock n' Roll, carro com cheirinho de novo, dinheiro inesperado, bom humor, colo de Mãe, pipoca, beijo na boca, céu azul, sucesso, óculos escuros, horta caseira e jardim, cachorro correndo na grama, geladeira cheia de guloseimas, cabelo comprido e liso, mudanças e desafios, dançar, cantar em um videokê, comida saudável, sorvete no verão, sapatos confortáveis, aquele olhar 43, bichinhos de pelúcia, cachecol e touca, perfumes e maquilagem, brigadeiro de panela, dormir até mais tarde, fogão a lenha, motivação.



As cores, ganhar um sorteio, chorar de emoção, feriado e final de semana prolongado, banheira de hidromassagem, planejar uma viagem, honestidade, irmãos, os ensinamentos de Jiddu Krishnamurti, aniversário de criança, nostalgia, trabalhar em casa, escovar os dentes, streaptease, dia de folga, dirigir um carro, salto alto, inspiração, respirar fundo, escrever, liberdade, água de côco, passeio de trem e metrô, tatuagens e piercings, acampamento com amigos, consciência limpa, homem dançando (ah se eles soubessem o quanto ficam sexys...), pensamentos positivos, massagem, borboletas no estômago, rezar, novas oportunidades, café da manhã de hotél (de luxo), aquela mensagem tão esperada, aquela viagem tão esperada, meditar.



Histórias para contar numa roda de amigos, aniversários, vento suave, textos inspiradores, fondue de chocolate, homem cheiroso com a barba por fazer, botox, bolsa de água quente nos pés gelados, feijão e arroz, ter saúde, espiritualidade, caderno novo para começar a escrever, loja de guloseimas, satisfação profissional, ar condicionado (frio), descobrir aonde está coçando e coçar muito, suspiros (os dois tipos), reencontrar uma pessoa especial e perceber que a amizade não mudou ao longo do tempo, fofocar com as amigas, sopas e caldos no inverno, tecnologias, humildade, testar novas receitas culinárias, festa surpresa, jantar a luz de velas, halloween, e tudo mais aquilo que quando você fecha os olhos, o sorriso aparece instantaneamente nos lábios.

...




sexta-feira, 13 de junho de 2014

Ozzy, Cuddy, Bobby e Maggie

Ozzy, Cuddy, Bobby e Maggie são nossos animaizinhos de estimação, que dividem o espaço de setecentos metros quadrados conosco. Os gatos chegaram primeiro, já no início da nossa mudança para o nosso canto, eles vieram meio que de "sopetão", doados por uma dona maluca que queria exterminá-los. Adotamos os dois irmãos (são um casal) e até hoje não tem jeito dos dois se entenderem, apesar de dormirem sempre perto um do outro. Ozzy é mais "dono do pedaço", mia sem parar e extremamente ranzinza. A Cuddy é super tranquila, dorme quase o dia todo e dificilmente incomoda. E assim se passaram quase três anos. Até que um dia, um cachorrinho simpático, começou a aparecer na frente da nossa casa, que na época não tinha portão, fazendo com que o cãozinho e sua amiguinha chegasse até a porta de casa para pedir comida. Logo por esses tempos, fomos viajar para New York e minha sogra ficou de vir tratar os gatos e cuidar deles. Quando voltamos, ela nos disse que cuidou direitinho dos gatos e do Bobby. Bobby? Que Bobby?

Mimis recém chegados - Ozzy e Cuddy
Óinnnn...que saudades!!!
Mimis já adultos e espiando pela janela
Bobby nos primeiros momentos com sua nova família!
Esse foi o nome que minha sogra escolheu para chamar o simpático cãozinho que aparecia todos os dias quando ela vinha tratar os gatos, lhe pedindo comida. Com pena, minha sogra continuou a tratá-lo, assim como os gatos, até o retorno de nossa viagem. E assim, Bobby foi nos conquistando e nos visitando quase que diariamente, até o dia em que cercamos o terreno, e tivemos que fazer uma escolha: deixá-lo do lado de fora e não cuidar mais dele, ou colocá-lo do lado de dentro e assumir todas as responsabilidades que a posse consciente nos pede. Decidimos por adotá-lo de vez. Compramos casinha, remédios (pois ele teve cinomose e quase nos deixou), cuidamos da melhor forma possível, por quase um ano. Mas sentimos que o Bobby ficava triste de vez em quando, pois estava muito solitário, e os gatos não gostaram muito da ideia de dividir seu espaço com um cão.

Cavando no barro na construção da parte nova da casa.
Brincando de imobilizar o papai no sofá!
Decidimos então adotar a Maggie, um filhote que nasceu de um cruzamento de uma American Stafforshire com um vira-latas. Como era doação, meu marido quase ficou maluco pelo filhote. A dona dele nos trouxe no feriado da Páscoa, e por ser muito pequenina ainda ( não tinha quarenta dias quando veio para nós), nos deixou praticamente três dias sem dormir. Chorava muito, como todo filhote e não sabíamos mais o que fazer para acalmá-la. Já tínhamos até ligado para a dona vir buscá-la, pois o Bobby de início não gostou muito da ideia. No quarto dia, onde ela seria devolvida à mãe, Bobby começou a aceitá-la, meio que a contra-gosto, mas pelo menos parou de atacá-la tanto. Decidimos então tentar mais um pouco e devagarinho os dois foram se entendendo do jeito deles. 

Maggie no primeiro dia com sua nova família..
Uma semana depois...
A Maggie é bastante agressiva para brincar, e não se deixa dominar fácil pelo Bobby, que pensa ser o dono do pedaço e fica tentando dominá-la o tempo, sem muito sucesso. Quando ele perde a paciência, acaba a atacando e somos obrigados a separá-los por um tempo. Acredito que quando ela atingir a idade adulta, quem vai dominar o Bobby vai ser ela. No momento ela só tem três meses, e já pesa dez quilos, está quase da altura do Bobby, mas apesar dos desentendimentos, eles brincam bastante durante o dia. A noite, como o Bobby teve muitos problemas e sequelas relacionadas a cinomose, ele dorme dentro de casa, e a Maggie por enquanto, dorme na casinha dela, dentro da lavanderia. Logo queremos comprar outra casinha para ela, pois está crescendo muito rápido e quase não cabe mais na casinha que era do Bobby.

Já amiga da Bobby..
Curtindo um solzinho num sábado de manhã...
Mãe brincando com a Maggie...
Maggie desconfiada com a câmera...
No futuro, colocaremos as duas casinhas na garagem e os dois passarão a noite do lado de fora. Apesar deles de vez em quando aprontarem algumas artes, nós estamos bem felizes com nossos quatro bichinhos de estimação, que sempre nos retribuem muito carinho. Os gatos não se dão muito bem com os cães e passam a maior parte do tempo dentro de casa dormindo, mas estamos ensinando-lhes e conviverem todos juntos sem se estranharem. Sabemos que leva tempo e muita paciência, mas aos pouquinhos vamos tentando ensinar todos eles.


Até o próximo post!

terça-feira, 3 de junho de 2014

Notícias e Novidades!

Hoje entramos praticamente na metade do ano. Junho começou, o frio já se apresenta mais rígido, muitas coisas aconteceram desde o início desse ano. Minha horta vingou, já colhi muitas alfaces, chicórias, couves-chinesas, salsinha, cebolinha e mais um montão de coisas, economizando bastante no quesito feira. Tem também meus tomates carolinas que ainda estão verdes, mas o pezinho está tão carregado que chega a entortar. Na real, por duas vezes meus cachorros fizeram um grande estrago na horta, cavando buracos que caberiam um cadáver dentro, arrancando quase tudo o que eu havia plantado. Refiz a horta e lá foram eles de novo. Mas dessa vez só arrancaram uns pés de alface e de brócolis, pois forramos o chão da horta com uma tela plástica, onde plantamos as mudinhas entre os buracos da tela, dificultando aos meliantes cavar mais buracos. Acredito que não conseguirei fotografar a horta completa com tudo o que plantei nela, pois tem verduras que crescem rápido, como a alface, e outros que demoram mais, como os tomates. O que importa é que deu tudo certo, apesar de ter que duelar muito ainda com as aranhas que não queriam deixar seu lar.

Horta que eu fiz...com mudas novas de alface e faltando bastante verduras, que já foram colhidas. A pedra lá no canto é para os cachorros não levantarem a tela que fica embaixo do barro!
Os tomates carolinas logo estarão prontos para o consumo. Na horta temos um pé de tomate comum.

Outra novidade é que finalmente criei a coragem necessária e me exonerei do trabalho onde eu estava. Eu era funcionária pública, acomodada, conformada e deprimida, pois não tinha expectativas de melhorar e também não queria sair da minha zona de conforto. Querendo ou não, me incomodava muito ter que trabalhar desmotivada, "aturar" pacientes e colegas de trabalho mal educados, levantar todos os dias sabendo que até minha aposentadoria (que está longe), seriam todos os dias assim. Depois de pensar muito, decidi que eu precisaria dar um basta, uma chacoalhada porque a vida não é só isso. Eu preciso morrer para me renovar e foi isso que fiz. Matei aquilo que me incomodava e comecei uma nova vida, desempregada (por enquanto), porém feliz.

Decidi me dar alguns dias de folga, e depois partir para a luta, procurar emprego, fazer alguns bicos ou qualquer coisa em que eu sinta que estou fazendo algo de bom pela humanidade e por mim. No momento minha vida se resume a acordar todos os dias e ir caminhar no "Central Park" aqui da minha cidade, voltar para casa e tomar um banho sem pressa, tomar o segundo café da manhã e começar as tarefas domésticas que até então eu estou gostando de fazer. Me sinto anos mais nova, mais revigorada. Porém a partir de amanhã começarei a procurar emprego. Meu currículum foi renovado, fiz uma lista de lugares legais que gostaria de trabalhar e é pra lá que os mandarei. Alguns na área da saúde e outros completamente fora dessa área. Me desejem boa sorte! 

Yessss...
Adotamos uma nova integrante na família, a Maggie. É uma American Stafforshire misturada com um vira-latas, mas que não tem nada de vira-latas. Está crescendo a olhos vistos, uma boa companhia para o Bobby que até então estava muito solitário. Não vou dizer que se dão tão bem como eu imaginava, eles estão se entendendo aos poucos. Apesar deles destruírem minha horta por duas vezes, abrir buracos na grama e fazer muitas artes, são nossa alegria, assim como nossos gatos. As vezes tenho vontade de mandá-los para a lua só com passagem de ida, mas quando eles nos olham tristes, entendemos o porque os amamos tanto. Rezando para que eles cresçam logo e se tornem adultos mais calmos. No fundo nossa vida não seria tão cheia de risadas, brincadeiras e leveza se eles não estivessem conosco, tanto os cães como os dois gatos.

Maggie (de sueter) e Bobby
Esse também era o ano de retornar a New York para matar a saudade, afinal de contas, ser um New Yorker não tem absolutamente nada a ver com o lugar onde você nasceu, mas sim onde se sente em casa. A energia que pulsa nas veias dessa cidade não é algo explicável, é um fenômeno para ser sentido e não analisado. Palavras de uma turista que assim como eu, também se apaixonou por essa cidade tão mágica. Mas infelizmente como agora estou desempregada e ir para NY custa uma pequena fortuna, ficará somente na minha memória os bons momentos que vivemos por lá, até conseguir juntar o dimdim e se aventurar por lá outra vez. No momento estamos decidindo se vamos ou não conhecer uma cidade mais pertinho daqui, que não custaria tão caro. Mas vamos deixar as coisas acontecerem para ver se vai dar certo ou não. Espero sinceramente que aconteça tudo como já está planejado.

NY vista de cima e o Central Park no meio
Engraçado que agora que acabei de escrever sobre NY, começou a tocar a música New York New York do Frank Sinatra aqui no meu computador. Nossa...deu uma saudade...

Chega de news...até o próximo post!














domingo, 25 de maio de 2014

São Joaquim - Parte Final

Depois que nosso motorista partiu em busca de ajuda, houve um pequeno silêncio entre os membros do passeio, e todos do lado de fora do carro, olhavam ao redor na esperança de encontrar algum tipo de ajuda. O nosso organizador do evento, Jackson, viu uma casinha ao longe, com uma estradinha aparentemente sendo uma pequena vila. Após sinalizar na estrada com o triângulo, ele nos disse que deveríamos nos separar e procurar ajuda. Um dos membros da equipe, Tiago, em um grito desesperado de pânico, disse que não deveríamos nos separar pois iríamos começar a morrer como nos filmes de terror e que logo iríamos ouvir a motosserra vindo em nossa direção e que então seria nosso fim.


As gargalhadas começaram. Jackson e Fabio foram andando pelo acostamento do asfalto até a casinha para pedir ajuda, enquanto o resto da turma, aguardavam no carro eles voltarem. Tiago sentado no último banco do carro com sua esposa, começou a dizer que eles não voltariam mais e que logo haveria uma mão ensaguentada batendo na janela traseira do carro, escorrendo sangue e manchando o vidro do carro. Quando fôssemos ver o que havia acontecido, haveria um dos colegas que foram pedir ajuda, caído morto atrás do carro. Acho que ele assiste muito filme de terror. E o tempo passava e nem sinal dos nossos colegas. Ouvíasse um silêncio profundo que era quebrado cada vez que passava um carro no asfalto. Alguns sentaram dentro do carro, outros ficavam conversando do lado de fora, e algumas meninas procuravam um "banheiro seguro" para poder aliviar a bexiga.

A conversa fluia solta...
E lá longe no horizonte, vemos a sombra de duas pessoas caminhando. Como já identificamos nossos esposos, eu e a Aline fomos ao encontro dos dois, pois precisávamos urgentemente de um "banheiro". Assim que nos encontramos, eles nos disseram que não havia um alma viva para emprestar um telefone, que bateram de casa em casa e não foram atendidos. Parecia que estava tudo abandonado. Ótimo!!
Após avisá-los da nossa necessidade urgente, retornamos a pequena vila e procuramos por um banheiro sem sucesso, o que nos obrigou a voltar a idade da pedra e relembrar o quanto é ruim para uma mulher não ter um bacio para sentar. Mas nem vou reclamar muito, porque como sou uma pessoa prevenida, pelo menos eu tinha alguns pedaços de papel higiênico na minha necessarie, o que diga-se de passagem, nos foi muito útil.

Aliviadas e novamente animadas, voltamos para nosso carro. O pessoal já estava ficando entediado porque já havia se passado um bom tempo sem termos notícias do motorista e nem a ajuda que tanto esperávamos havia aparecido. Novamente, alguns sentaram dentro do carro, outros foram mexer no motor do carro para tentar de alguma forma fazer um milagre, mas sem muito sucesso. Tiago então teve a idéia de subir em uma pedra gigantesca ao lado da estrada para ver se conseguia sinal de celular. Já em cima da pedra, fazia poses, caras e bocas que nós que estávamos olhando do chão, não parávamos mais de rir. Assim que descobriu que não haveria mais o que fazer, apenas aguardar, ele voltou para o carro e sentou-se indignado no banco traseiro, mordiscando uma maçã.

Tiago numa tentativa falha de achar um sinal..
Descendo indignado!
Uma caminhonete passa pelo nosso carro e pára mais a frente. É um dos empregados do nosso anfitrião, levando algumas pessoas para casa. Desceu do carro e veio ver o que estava acontecendo. Após explicações, tentativas inúteis de arrumar o motor de ambas as partes, ele oferece carona a um dos membros da equipe, pois o carro já estava praticamente lotado. Aline então foi a escolhida para seguir viagem, já que era a única no meio de todos que tinha filhos pequenos. Ela embarcou na caminhonete e nós continuamos nossas conversas paralelas no carro.

Fabio tentando achar um banheiro
Novamente aquele silêncio e de repente ouve-se uma motosserra sendo ligada. Tiago começou gritar e disse que tinha avisado que todos iríamos morrer. Começamos a rir muito e então todos entraram no carro pois estava anoitecendo e começamos a contar piadas. Cada carro que passava parecido com um guincho ou outra van, nós corríamos para a estrada para sinalizar e todos passavam direto, apenas buzinando ou dando sinal de luz. Apesar da longa espera, estávamos rindo e nos divertindo muito dentro do carro. Já estávamos começando a desanimar quando um guincho passou por nós e fez a volta, estacionando na frente do nosso carro. Alegria geral, todos já começando a arrumar as coisas pois o outro carro provavelmente estava chegando para nos socorrer. Doce engano!

Histórias e mais histórias
Ficamos sabendo que o outro carro que viria nos socorrer iria demorar mais algum tempo e como não tínhamos alternativas, tivemos que embarcar no nosso carro quebrado e nós seríamos guinchados até onde o carro novo estaria. O detalhe é que nós iríamos dentro do carro, em cima do guincho. Pânico total! Ninguém queria ficar dentro do carro para subir no caminhão, mas não tinha como subir depois, pois o guincho era bem alto. Escolhemos o Fabio para colocar o carro quebrado em cima do guincho com todos nós dentro, enquanto o Jackson e o motorista do guincho davam as coordenadas. Aquilo sim parecia um filme de terror. Todos com cara de assustado e o Fabio tentando subir no guincho sem fazer movimentos bruscos para não estourar a corda. Ok. Final da história e depois de muito pânico, ele conseguiu colocar o carro no guincho, foram presas as rodas e dali partiríamos rumo a um novo carro. Errado de novo!


Assim que nos arrumamos confortavelmente no carro, estaciona a van que iria nos levar até o centro de Urubici. Todos comemorando que agora estava tudo resolvido, descemos do carro que estava em cima do guincho, nos arrumamos na outra van e partimos até um posto de gasolina no centro de Urubici. Por ali ficamos esperando uma outra van que iria nos trazer até Timbó, sem mais pausas e trocas pelo caminho. Compramos uns lanchinhos e embarcamos no novo carro que nos aguardava do outro lado da rua. O motorista que nos levaria até em casa, deveria achar que era piloto de formula 1, pois não me lembro de andar tão rápido em um carro, desde que eu trabalhava no SAMU. O motorista conseguiu fazer em uma hora a menos o trajeto, de tanto que correu. Mas enfim, chegamos em casa vivos, quase perto da meia noite de domingo.

Apesar de todos os contratempos, a viagem foi maravilhosa e bem divertida. As pessoas não perderam o senso de humor, ninguém ficou chateado e o melhor de tudo, todos se divertiram muito. Esse foi um passeio que vai fica na história.


Até logo!