sábado, 15 de outubro de 2011

Vamos para a academia?

Falando sinceramente, nunca gostei de praticar nenhum tipo de exercício, sempre me classifiquei para o lado mais sedentário do que saudável. A uns anos atrás, morando com uma colega,  e com um academia do lado de casa, meio que me sentia obrigada a acompanhar minha amiga e de quebra manter a saúde em dia. Mas, isso não durou muito. Quer dizer, para mim durou sim, pois foram seis meses de exercícios forçados, sem nenhuma vontade ou motivação (a Carla me arrastava todos os dias para lá). Logo acabei desistindo e continuando viver minha vida cômoda e sedentária ... até conhecer meu marido!

Até que agora eu gosto deles...
Ele frequenta a academia a anos e todas as pessoas que convivem com ele, acabam cedendo e indo com ele para a academia. Comigo não foi diferente. Começamos a frequentar a academia logo no início do nosso casamento e continuamos por um ano. Infelizmente tive que parar por motivos de saúde e aí acabei me acomodando e não quis mais ir. Fiquei praticamente um ano só em casa, sem nenhum tipo de atividade, só no sedentarismo.

Minha maior motivação é o meu marido!
 Bem, agora, depois de tanto ele insistir, retornamos à academia. O primeiro dia como sempre é deprimente. Pessoas que malham a muito tempo, levantando pesos de tudo quanto é lado, se olhando no espelho e se achando o máximo ... ah, eu não preciso disso, mas prometi que pela minha saúde, continuaria com os exercícios, pois jamais frequentaria uma academia por estética. Faço pela minha saúde e agora estou começando a gostar ... um pouquinho!

Devagar e sempre!
Sei que só uma questão de costume,  e com o tempo, os exercícios passam a fazer parte da nossa rotina,  mas até ele se tornar um hábito, temos que nos motivar e quanto a isso estou fazendo o possível. Para quem nem pensava em se mexer, me considero uma vencedora.

; )

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Saúde e Opiniões

Ontem a noite eu estava lendo uma revista sobre saúde e é interessante como as pessoas mudam de opinião a respeito de saúde, bem estar, vida saudável, enfim, de tudo aquilo que nos faz viver mais e melhor.
Em todas as revistas que leio desde que me lembro por gente, os especialistas nos dizem que devemos tomar 2 litros de água todos os dias, fazer exercícios físicos, ter bons pensamentos, fazer o bem, enfim, uma sequência de boas ações para nos manter saudáveis. Ontem, lendo a nova revista, vi que a opinião dos especialistas em relação a água já é diferente. Diziam que devemos tomar água somente quando o organismo pede, ou seja, só quando estamos com sede. Sempre soube que se sentimos sede é porque nosso organismo está um deserto, sem água. Aí você continua lendo que devemos comer certos tipos de alimentos todos os dias, como maçã, aveia, azeite de oliva, espinafre,... e se for para você seguir a risca o que está escrito, você simplesmente vai engordar, porque você passará a maior parte do tempo comendo.


Acho que devemos ter bom senso e entender que tudo pode nos fazer mal quando é exagerado. Devemos sim comer frutas, verduras, tomar agua, fazer exercícios, mas tudo com moderação, conforme nosso organismo permitir, pois somos diferentes uns dos outros. Enquanto você consegue tomar dois litros de água diariamente, eu consigo tomar apenas um, mas para o meu corpo já é suficiente. Veja bem, tudo tem que ser acompanhado por alguém que tenha um maior conhecimento no assunto, claro, pode ser um médico, um personal trainer, enfim, alguém que você possa esclarecer suas dúvidas.


Todos os dias aparecerão novas pesquisas, novos métodos de melhorar nossa vida acrescentando um alimento diferente na nossa dieta, ou tirando outros, e se vamos seguir tudo o que aparece, minha nossa! Hoje pode chocolate, amanhã não pode, depois pode de novo, enfim, penso que devemos comer de tudo um pouco para manter o equilíbrio, sem exageros, e sem sentimentos de culpa, porque se você for atrás de comer só o que os especialistas julgam saudáveis, além de você desanimar, que graça tem comer sempre só o que é certo? E vamos comer brigadeiro!

Pense nisso!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Receitinha

Como hoje estou sem inspiração, deixarei aqui postado uma receita bem rápida e fácil para fazer no final de semana, como sobremesa. Lá vai:


Danoninho

1 lata de creme de leite;
1 lata de leite condensado;
1 copo de iogurte natural;
1 pacote de tang de morango

Bata tudo no liquidificador e deixe na geladeira por umas duas horas. Sirva-se!




Se quiser,  enfeite com morangos!

Bom feriado!

domingo, 9 de outubro de 2011

Como Cumprimentar Pessoas?

Geralmente quando chegamos em uma festa, com pessoas conhecidas ou que conhecemos só de vista, fica uma situação meio engraçada na hora de cumprimentar as pessoas. Porque todos ficam sem saber se dão um, dois ou três beijinhos, se esticam a mão, se abraçam, se dizem apenas oi sem se tocar, enfim, ficam naquele pra frente e pra trás, mão esticada sem ser apertada, quantos beijos que você vai dar ou não, aí fica aquele vai não vai. Que situação chata!


Segundo o livro de Gloria Kalil, Alô, Chics!, quando vamos beijar alguém que não conhecemos direito, sempre esperamos que a hierarquia maior tome a iniciativa, exemplo: se vamos cumprimentar o presidente da república, esperamos que ele nos cumprimente primeiro. Se as pessoas tiverem a mesma idade e mesma hierarquia, a mulher toma a iniciativa.


Estive recentemente em dois eventos e fiquei observando (o que eu faço de melhor) as pessoas que chegavam e o quanto ela tinham dificuldades em decidir qual o cumprimento que usariam para saudar as pessoas, as quase narigadas e "falsos" abraços, apertos de mão mal dados, enfim, cumprimentos pela metade. Então fiquei imaginado um jeito que eu pudesse cumprimentar todas as pessoas sem haver esses esbarras e narigadas, mas infelizmente não cheguei a conclusão alguma.

É claro que quando são pessoas queridas para nós, que fazem parte da nossa intimidade, não precisamos de um protocolo para cumprimentá-los, mas aqui sim podemos abraçar forte e beijar sem constrangimentos ou medo de fazer fiascos. Estamos praticamente entre família.

É... acho que o que vale é cumprimentar mesmo que de qualquer jeito, para não passar por mal educado, indiferente se você fica naquela dança do abraça e não abraça, ou com a mão esticada sem a outra pessoa ver. O que vale é a boa educação.

Como diria Gloria Kalil: " Ninguém é chique se não for civilizado."

; )

sábado, 8 de outubro de 2011

Desenhos Animados

Pegando carona na semana da criança, resolvi escrever hoje sobre meus desenhos preferidos, afinal, esse assunto está em destaque em quase todos os perfis dos facebooks, em forma de manifesto às crianças que sofrem algum tipo de violência. Quando li pela primeira vez que eu deveria colocar a foto do  meu desenho favorito no meu perfil,  fiquei em dúvidas em qual colocar,  pois adoro desenhos animados e os que passavam na minha infância, quase não existem mais. Então dos muitos desenhos que eu adoro, selecionei alguns para matar a saudade. Aqui vai:

A Pantera Cor-de-Rosa (1963), um dos meus desenhos  favoritos. Lembro-me de uma época em que o desenho era mudo e mesmo assim era simplesmente o melhor. Saudades enormes de suas peripécias.



Bicudo, o Lobisomen (Fangface, 1978),  onde o adolescente Scherman Fangs toda vez que via a lua ou uma imagem dela, se transformava em lobisomen e consegue desvendar mistérios envolvendo assombrações. Logo que se transforma em lobisomen costuma atacar seu amigo Gordinho, antes de reconhecer como seu amigo. Quando vê o sol, volta a ser o adolescente Scherman.


Outro desenho inesquecível é Precious Pupp traduzido como O Xodó da Vovó, de 1965. A história mostrava as aventuras de um cão chamado Precioso, que vivia protegendo sua dona, Vovó Dulcina. Muito engraçado!



O Pequeno Príncipe é um clássico. Criado na década de 80, o ingênuo principezinho vivia num pequeno planeta chamado B612, onde sua única companhia era uma rosa, com quem conversava e cuidava. Nesse planeta tão solitário o pequeno príncipe seguia sua tediosa  rotina de regar a rosa e limpar seus mini vulcões.


A corrida maluca. Esse desenho reunia vários personagens, muitos depois tornaram-se desenhos independentes, como por exemplo,  Os Apuros de Penélope Charmosa. Os competidores buscavam o título mundial de "Corredor Mais Louco do Mundo". Meus carros preferidos eram o número  2 (Cupê Mal-Assombrado),  um carro cercado por fantasmas, que parecia a junção de um carro antigo com uma torre de um castelo da Transilvânia, que oculta no seu interior um dragão, uma serpente marinha, uma bruxa, entre muitas outras criaturas e o número 8 (Carroça a Vapor), onde era conduzida pelo agricultor Tio Tomás e pelo covarde Urso Chorão. Esses personagens foram baseados na Família Buscapé.


Outro desenho inesquecível é o Pepé Le Pew (1945), no Brasil traduzido como Pepe Le Gambá, sua musa é a gata Penélope que tem suas costas acidentalmente pintadas de branco, o que a faz parecer-se com um cangambá fêmea. Ao vê-la, Pepé se apaixona instantaneamente — este sendo o motivo dos desenhos protagonizados pelos dois: a perseguição amorosa de Pepé, que tem seu romantismo e seu mau cheiro peculiar exacerbado e a fuga desesperada de Penelope.


Ficaria aqui escrevendo sobre as centenas de desenhos animados que adoro, mas o post ficaria muito grande. Escolhi os que eu mais assitia e que mais me lembram a infância. Existem vários clássicos como Zé Colméia, O Leão da Montanha, Pepe Legal, Pernalonga,  Johnny Quest, Toro e Pancho, Lippy e Hardy, Scubidoo, Os Jetsons, O Urso do Cabelo Duro, Os Vergulóides, enfim, vários desenhos que merecem ser lembrados, que para mim são inesquecíveis.

E qual os seus desenhos favoritos?

Bom sábado!

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Doenças

Resolvi escrever um pouco sobre doenças, que é com o que eu trabalho diariamente. De vez enquando  vou escolher uma doença e falarei sobre ela, procurando sempre pesquisá-las para não passar informações erradas, e contarei também,  algumas experiências vividas nesses quase quinze anos de profissão. Toda doença é ruim, mas algumas são mais agressivas, outras, conseguimos controlar com medicações e cuidados básicos, como alimentação, exercícios, enfim, com as duas palavrinhas que temos pânico só em ouvir: vida saudável. Mas precisamos fazer esforços para melhorar nossas condições de vida, e geralmente quando ficamos seriamente doentes e vemos que não temos como escapar, aí sim começamos a colocar as coisas em prática.

Comecei minha vida profissional em um hospital, e não há lugar melhor para juntar um montão de doenças e dúvidas. Muitas dessas doenças hoje em dia são praticamente normais de tratarem, mas a anos atrás, eram uma novidade, como por exemplo o HIV. A doença era tão temida,  que tínhamos receio só de olhar para o paciente, com medo de contrair a doença. Tudo isso por falta de informação. Para quem trabalha na saúde, é um direito, no caso do pessoal de enfermagem, saber a doença do paciente que você vai tratar,  para  poder usar as precauções necessárias durante o tratamento, evitando a contaminação, sempre olhando pela ética e sigilo profissional.

MEDO

Lembro do primeiro caso de HIV que internou no hospital onde eu trabalhava. Todos tinham medo de atender o paciente pois na época a doença era tão falada e tão cruel (não haviam as medicações que existem hoje e que dão um prognóstico de vida  enorme ao paciente), e pensávamos que só o fato de entrar no quarto poderíamos "pegar aids". Quanta besteira. Com o tempo e as informações necessárias, você vê que essa doença não é nem um pouco tão assutadora comparada a um câncer.

E aí na época fui pesquisar de onde surgiu a Aids. E aqui está a historinha de onde tudo começou. Era uma vez...

Em 1980 apareceu o primeiro caso nos EUA, em homossexuais (usuários de drogas injetáveis), apresentando pneumonia e sarcoma de Kaposi. Dois anos depois a doença começa a aparecer em hemofílicos, usuários de drogas injetáveis, pacientes que receberam transfusões e crianças recém nascidas. Através de relatos de homossexuais,  chegou-se ao nome de Gaëtan Dugas, que manteve relações sexuais com alguns dos homossexuais entrevistados. Gaëtan passou a ser chamado Paciente Zero.

Sarcoma de Kaposi
Gaëtan Dugas foi um comissário de bordo (1953 - 1984), e recebeu esse "apelido" por ter sido a primeira pessoa identificada como transmissora do vírus da Aids. Segundo consta em relatos, ele era um homem muito bonito, e como sua profissão permitia que ele percorresse várias cidades do mundo, isso facilitou a disseminição da doença. Mesmo após saber de sua doença e que era sexualmente transmissível, ele continuou mantendo relações sem nenhum tipo de proteção, com vários parceiros e somente após o ato, avisava os parceiros que ele tinha "câncer gay" e que o parceiro estaria contaminado. Segundo Dugas, ele teve mais de 2.500 parceiros na América do Norte.

Mas, uma série de autoridades, após o estudo do CDC ( Centro para Controle e Prevenção de Doenças), afirma que Dugas foi o responsável por trazer o HIV da Africa para Los Angeles e São Francisco. Um artigo mais recente do ano de 2007, descarta a hipótese do paciente zero e afirma que a Aids transitou da Africa para o Haiti, em 1966, e do Haiti para os Estados Unidos em 1969. Robert R. (?) foi confirmado como a primeira vítima registrada de HIV na América do Norte, falecendo aos 16 anos, em maio de 1969, onde relatou ter os sintomas desde 1966.

Independente de onde a doença surgiu, existem atualmente várias medicações para tratá-la e hoje em dia não é mais um bicho de sete cabeças. Novas doenças sempre surigirão e com elas, dúvidas e receios, mas com a informação necessária tudo se controla,  e logo é encontrado um tratamento, talvez não para curar, mas para amenizar os sintomas e aumentar consideravelmente os anos de vida dos pacientes.

Se for pensar, as palavrinhas "vida saudável" fazem uma diferença enorme quando se trata de doenças. Pense nisso!

Boa quarta!


domingo, 2 de outubro de 2011

Dica de Vinho

Hoje, deixo aqui uma dica de vinho que apreciamos muito aqui em casa. O vinho custa um preço razoável, envelhecido no mínimo seis meses em barricas de carvalho, encorpado, forte, acompanha bem carnes vermelhas e comidas picantes, pois realça o sabor da pimenta. Sua concentração alcóolica é um pouco mais forte que os vinhos normais, sendo de mais ou menos 14%, enquanto os outros ficam na faixa dos 11%. Vale muito apena cada centavo investido. E aqui está a dica de hoje:


Junte os amigos para um jantar e abra esse vinho para acompanhá-lo. Você não vai se arrepender!

Até mais!