segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Biscrok Canino

Hoje estou passando bem rapidinho aqui só para deixar uma receitinha de Biscrok canino que vi em um site e achei bem interessante. Fiz para os meus cachorros e eles adoraram. Os ingredientes dessa receita são todos naturais e os biscoitos também podem ser comidos por nós humanos (risos). Lá vai:

1 banana e meia amassada
2 colheres sopa de mel
1 ovo
1 xícara de aveia em flocos
1 colher sopa canela em pó
1 colher sopa manteiga sem sal
2 xícaras de farinha de trigo integral

Modo de Preparo:

Colocar todos os ingredientes em uma vasilha e ir amassando até que a massa desgrude das laterais da vasilha. Continue amassando com o trigo, estique com um rolo de macarrão, corte com um cortador do tamanho que desejar e leve para assar em forno baixo (180°) até eles ficarem dourados e crocantes. Eu usei uma tampinha de vinho para  fazer rodelinhas, pois meu marido usa os biscoitos para treinar os cachorros a andar na coleira, então fica mais fácil colocá-los no bolso. Dêem uma olhadinha na foto...




Se você testou a receita e seus filhotes gostaram, comenta aí...

Até mais!

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Brasília pela segunda vez!

Eu e meu marido decidimos em comum acordo, que todos os anos nós iríamos nos dar de presente uma pequena ou grande (quando possível) viagem para manter o stress do cotidiano bem longe das nossas vidas. Esse ano foi um ano de muitas mudanças e consequentemente de muitos gastos, então até tínhamos decidido não viajar, mas sempre aparecem promoções de passagens aéreas bem tentadoras, né? Como temos um casal de amigos que moram em Brasília e achei uma promoção imperdível de passagens para lá, fizemos o grande sacrifício de ir visitá-los, e de quebra, levar junto minha sobrinha para voar de avião pela primeira vez, e claro, conhecer Brasília.

Para o alto e além...
Saímos de casa numa sexta feira de manhã, para pegar o primeiro vôo em Joinville, aeroporto que até então não conhecíamos ainda, mas que ficamos encantados com a organização e a estrutura, apesar de ser bem pequeno. Nosso vôo atrasou uma hora por condições climáticas desfavoráveis (neblina), mas depois da espera, tudo deu certo, e ainda conseguimos chegar a tempo de pegar o segundo vôo de São Paulo para Brasília. Chegamos no aeroporto de Brasília perto das cinco da tarde, onde fomos recebido por um de nosso amigo e vários torcedores do Vasco que aguardavam ansiosos a seleção de futebol desembarcar de um vôo que chegou junto com o nosso. Até pensei que aquela cantoria toda era por causa da nossa chegada, mas infelizmente não era ( risos).

Chegando animada em Brasilia apesar do cansaço.
Desta vez vimos Brasília de um jeito diferente da primeira vez. Fomos em quase todos os lugares que já havíamos visitado, mas em horários diferentes, me fazendo ter uma nova e mais encantada visão dessa linda cidade. Alguns lugares que fomos visitar durante o dia na outra viagem, dessa vez fomos a noite e o realce das luzes me fez gostar mais ainda dessa viagem. Voltamos ao Congresso Nacional, só que dessa vez a noite, na Torre de TV Digital no final de uma tarde linda, fomos conhecer uma feira de produtos brasilienses muito legal, descobrimos o delicioso "bolo de rolo"que aqui no sul é muito difícil de achar, andamos de metrô, novidade essa que não havia no outro passeio, fomos conhecer o Cine Drive-in onde você assiste de dentro do carro. Comemos comida nordestina em um restaurante muito peculiar chamado Mangai, onde somos atendidos por garçons vestidos de cangaceiros, tomamos uns cafés da manhã deliciosos feitos por nosso queridos anfitriões.

Congresso Nacional visto a noite.
Torre de TV Digital
Catedral Metropolitana de Brasília
Mangai
"Se achando" em casa no Congresso Nacional
Ficamos pouco tempo dessa vez, e para passear em Brasília e ver várias coisas em apenas um dia, é quase um disparate, mas melhor do que nada, né? Aproveitamos o finalzinho da sexta feira com um jantar digno de reis, batemos pernas o dia inteiro no sábado, e no domingo de manhã já estávamos de malas prontas para voltar. Nos despedimos de nossos amigos e pegamos nosso vôo ao meio dia, chegando em casa perto das nove da noite. Tudo correu tranquilo como sempre, apesar do atraso no inicio da viagem e da espera interminável nos aeroportos. Nossa conexão na ida para Brasília dessa vez foi em Congonhas, onde ainda não havíamos estado e fiquei bastante impressionada com a organização se comparado a Guarulhos e Viracopos, apesar de achar que o avião iria arrancar os prédios com as asas.

Mesmo sendo apenas um final de semana diferente e não "aquela" viagem de férias para aliviar o stress, já valeu a pena pela companhia maravilhosa dos nossos amigos que sempre nos fazem nos sentir em casa. O stress cotidiano foi para longe por um tempo e voltamos aliviados, felizes e prontos para encarar a maratona de final de ano. Para quem ainda não conhece Brasília, não perca tempo...é linda demais! E aos que já conhecem, sabem porque sempre queremos voltar.

Até logo!




quarta-feira, 6 de agosto de 2014

A Fragilidade de Uma Vida

Após largar meu emprego público de sete anos, resolvi tirar umas férias de tudo aquilo referente a dedicar a minha vida para cuidar de outra. Nesse meio tempo fiz algum dinheiro para ajudar nas despesas da casa de outras formas que não envolviam o cuidar. O tempo passou e como o emprego que procuro fora da minha área de enfermagem não aparecia, resolvi voltar a cuidar de pessoas nos hospitais ou nas suas casas. Publiquei na internet o meu serviço de cuidador e logo apareceram oportunidades para voltar a ativa, fazendo aquilo que aprendi desde cedo: cuidar do próximo.


Aceitei um pedido de uma amiga para cuidar do pai que estava com câncer de próstata, ossos e no final descobriu-se metástase de pulmão também. Conheci o Sr. X no hospital, apresentando - se pouco abatido, apesar da doença que lhe molestava, mas comunicativo, preocupado comigo, se eu iria comer ou dormir, se eu estava bem.

Passei o dia com ele no hospital, e no final do dia ele foi liberado para voltar para casa. No dia seguinte comecei a cuidar dele em seu domicílio, com a ajuda de sua esposa e filhos que faziam revesamento para não deixá-lo sozinho quando meu horário terminava. No sexto dia de cuidado, o Sr X decidiu não lutar mais, e entregou-se a doença que aos poucos foi lhe tirando a vida. Hoje é o seu sepultamento.

Quando sua filha me ligou hoje cedo avisando sobre o ocorrido, fiquei pensando em quão frágil nossa vida é diante de tudo. Um homem que a uns dias atrás conversava comigo, brincava, comia e em menos de uma semana deixou esse mundo. Por mais que você se acostume ao longo do tempo a lidar com a doença e a morte, é  assustador estar cuidando de uma pessoa e por mais que você se esforce fazendo de tudo para amenizar o sofrimento alheio, a vida vai se esvaindo rapidamente pelo meio dos seus dedos e aí você percebe que por mais que você fizer, nada vai mudar o ciclo que a vida tem que seguir.

E você apenas observa o quanto tudo é rápido e tão frágil e que seus esforços são tão insignificantes por melhor que você queira fazer, que a vida é como um sopro, um sorriso ou uma lágrima, que de repente se acaba. E apesar de estarmos acostumados com o fato de que não somos eternos nessa terra, ainda assim ficamos pasmos quando vemos o último suspiro de vida em um corpo agora inerte.

E a cada vida que você se despede, entendemos o quanto somos pequenos diante de tudo... 






sábado, 26 de julho de 2014

O Vício dos Brechós

Hoje estou aqui para escrever sobre a mania dos brechós. Principalmente na era do facebook, colocar coisas que você não usa mais no brechó para vender, ficou tão prático e rápido, que está virando moda entre as mulheres em todos os lugares. Aqui na minha cidade, foi criado um brechó on line e agora está virando febre de promoções, pechinchas e novas amizades, pois quando você compra alguma coisa, ou vai provar, acaba conhecendo a pessoa que está vendendo. As vezes acontece de você comprar mais coisas da mesma pessoa em ocasiões diferentes, criando até alguns elos de amizade.

Comecei a comprar e vender coisas no brechó recentemente, e confesso que fiquei viciada rapidinho, pois existem ofertas bastante tentadoras e é uma maneira que achei de "destralhar" a minha casa, vendendo coisas que apesar de novas, não tem mais utilidade para mim, e que talvez outras pessoas ainda aproveitarão. Posso dizer que fiquei bem feliz na minha estréia com vendedora de brechó. Fiz um dinheiro que até então não estavam nos planos, e comprei uma bota linda e maravilhosa pela pechincha de R$ 30,00. A bota é essa da foto, praticamente nova! Comprei também um sapato muito chique que já revendi e uma pantufa bem quentinha pela bagatela de R$ 15,00.


Para quem está em modo econômico como eu, os brechós são uma boa oportunidade de comprar de tudo o que você imaginar por um preço mais acessível. Tem vezes que as pessoas doam coisas, fazem trocas de mercadorias e a maior parte das vezes é estipulado um valor, mas ainda podemos negociar de várias maneiras. É o local certo para quem está economizando e quer comprar coisas boas e baratas. Claro que tem gente que abusa um pouco dos valores, mas a maioria entende o que é um brechó e acaba entrando no clima.

Como eu sou uma pessoa bastante empolgada, guardo o dinheiro que ganho no brechó em um lugar seguro, pois quero usá-lo para viajar. Se você está achando que estou ficando rica se enganou redondamente. A viagem que pretendo fazer é nacional e não custa tão caro, então mãos a obra vender coisinhas para poder comprar as passagens.

O brechó foi um jeito bom e barato que achei de comprar coisas que preciso e vender aquilo que não uso mais.  Tem gente que não gosta de usar coisas usadas pelos outros, mas os produtos que estão a venda geralmente são bons, e no caso dos sapatos, tem a vantagem de já vir amaciado e não causar bolhas nos pés. Mas vou deixar de conversa fiada, pois tenho marcado de entregar alguns livros que vendi no brechó e não quero deixar as pessoas esperando.

Até o próximo post!




sábado, 28 de junho de 2014

Brasil um país de todos...#só que não#

Morar no Brasil é piada. Aliás, sobreviver no Brasil fica melhor escrito. Todos os dias vemos notícias sobre o que a politicagem desse país anda aprontando para tirar mais do povo brasileiro e encher seus bolsos, descobrimos tarde demais as poucas coisas boas que temos "direito" que nos ajudam de alguma forma a ter um pouco de alívio dessa roubalheira, mas não esqueça a parte burocrática dessa justiça, afinal, se fosse tão fácil, não teria graça. Leis sendo feitas em benefício deles próprios, nem sequer querem lembrar do povo brasileiro que os ajudou a chegar onde estão. Benefícios e mais benefícios para eles e toda a família e o povo brasileiro que se lasque, quem mandou não ser esperto, né?

Pra quê educação, saúde, transporte quando se tem a copa? Não precisamos de portos, de melhores estradas, de hospitais e escolas, de profissionais de saúde e professores bem pagos, afinal, o que esses profissionais fazem, não tem tanta importancia como correr atrás de uma bola e gritar gooooolllll. Somos feitos de palhaços por tanto tempo, que nem temos mais vontade de lutar, afinal, já sabemos o resultado. Aí vem as eleições novamente e pensamos em mudar os que estão lá, quem sabe ainda temos esperança de dias melhores. Doce engano. Não sei se quando eles colocam os pés naquele hospício, eles acabam enlouquecendo como a maioria, se tornam pessoas más e acabam como os veteranos, roubando e roubando tudo e mais um pouco do povo que trabalha quase metade de um ano para pagar os impostos que esse governo de merda nos impõe.


Pensamos mil vezes em sair do país, em viver em outro lugar que você pelo menos consiga ter o básico, coisa que aqui no Brasil está cada dia mais difícil. Mas são tantas burocracias, tantas exigências que chegamos a desanimar só de pensar em vender tudo e sumir. Quem consegue juntar dinheiro para fazer alguma coisa em um país que pagamos os impostos mais altos do mundo? Quem sabe você até consiga, trabalhando em dois ou três empregos, sacrificando a sua saúde para poder ter um pouco de lazer ou até mesmo de paz. Como custa e como dói ser brasileiro, motivo de piada e de pena do resto das pessoas do mundo. Antigamente quando o hino nacional tocava, nós até nos emocionávamos, tamanho orgulho de fazer parte dessa nação, mas hoje quando eu ouço o hino, eu ainda tenho vontade de chorar, mas de tristeza por fazer parte de um país onde a corrupção e a cara de pau batem recordes.

O povo se vendendo por esmolas, sim bolsas esmolas é isso que o governo criou para forçar os mais ignorantes a serem acomodados e depender deles para tudo, e a única exigência disso tudo, é o seu voto, simples assim. Golpe de mestre, hein? Vamos dar algumas migalhas para eles, assim não precisam trabalhar e se tornam dependentes de nós, e ainda no final das contas, vão nos agradecer por isso com seus votos, porque, quem não quer ganhar sem trabalhar duro? Enquanto isso os que estão trabalhando e dando seu dinheiro para sustentar esse bando de chupins, se esborracham de tanto trabalhar, ficam doentes na tentativa de dar uma vida decente a sua família, decência essa que esse bando de corruptos não tem um pingo.

Como não ter vergonha de viver em um país onde o presidente é um analfabeto com um passado mais sujo que pau de galinheiro, onde senadores, deputados, vereadores não tem estudo e os que tem aprendem a roubar mais rápido. Como se sentir livre em um país onde você é obrigado a votar em um bando de urubus que só vão te tirar mais do pouco que você tem, que dizem que todos temos liberdade de expressão, mas quando abrimos a boca para falar algumas verdades, somos ameaçados, humilhados. Um país que tem os governantes ladrões mais descarados do mundo, que não são exemplos para ninguém e continuam lá porque os trouxas continuam votando neles. E ainda tem gente que defende e acha que está tudo maravilhoso, mas eu realmente não sei em que Brasil eles vivem, porque no meu Brasil, as coisas são bem difíceis.


É nítido o sentimento de revolta, de tristeza no rosto daqueles que dão duro todos os dias para levar o pão para casa, sabendo que não existe esperança de dias melhores. Vivemos num país lindo, de terras tropicais, de climas diversificados, de pessoas simpáticas e acolhedoras, mas que está se definhando aos poucos pelo egoísmo de alguns que não tem o mesmo patriotismo que nós. Infelizmente hoje eu sinto vergonha de ser brasileira e ver milhares de brasileiros passando necessidades, onde a obrigação daqueles que nós elegemos era no mínimo dar condições básicas de vida. Mas porque eles deveriam se incomodar né? Eles não precisam de hospitais públicos para serem atendidos, podem ir nos melhores com as mais novas tecnologias para tratar qualquer indisposição, enquanto uma pessoa espera a morte na fila do SUS sendo comida por um câncer terminal. Para que arrumar as estradas se eles podem ir a qualquer lugar do país de helicóptero ou de avião, deixem as estradas ótimas como estão. Estudar pra que? Eles nem de estudo precisaram para chegar aonde estão, então porque investir em uma coisa que nunca fez diferença para eles? É melhor não mencionar o resto para não ficar mais revoltada.

Queria saber onde está a igualdade cantada no hino nacional, que grandeza o futuro espelha nesse país governado por pessoas inescrupulosas, hipócritas e sem coração...cadê a ordem e o progresso descrito na bandeira do nosso país...juro que eu queria saber!




#prontodesabafei#









quinta-feira, 26 de junho de 2014

Coisas boas mesmo!

Sol nascendo, céu estrelado, gargalhadas, roupas limpas e cheirosas esvoaçando no varal, brincar com os cachorros, fazer cafuné nos gatos, abraços apertados, sushi, ganhar um presente, dar um presente, caminhar em um lindo parque, ar puro, viajar, fazer um prato culinário delicioso, sorrir, gratidão, voar de avião, aprender novas culturas, casa limpa, internet funcionando a mil por hora, ouvir nossas músicas preferidas, amigos (aqueles que frequentam a nossa casa), banho quente e demorado no inverno, praia com sol, banho de chuva, família reunida, vinho em um dia frio, cerveja em um dia quente, pijamas limpos e pantufas quentinhas, roupas de cama perfumadas, inverno, livros, ajudar o próximo, roda de violão e churrasco com os amigos, chocolate quente, unhas vermelhas, Eddie Vedder, happy hour, pizza, frutas e verduras frescas. 




Fotografias, lembranças, batida de maracujá, neve e frio, filmes e seriados, mistérios, amor e sexo, arco-íris, pérolas, aurora boreal, paixão, gentileza, flores de todos os tipos, animais de todas as raças, coragem, dizer não, Rock n' Roll, carro com cheirinho de novo, dinheiro inesperado, bom humor, colo de Mãe, pipoca, beijo na boca, céu azul, sucesso, óculos escuros, horta caseira e jardim, cachorro correndo na grama, geladeira cheia de guloseimas, cabelo comprido e liso, mudanças e desafios, dançar, cantar em um videokê, comida saudável, sorvete no verão, sapatos confortáveis, aquele olhar 43, bichinhos de pelúcia, cachecol e touca, perfumes e maquilagem, brigadeiro de panela, dormir até mais tarde, fogão a lenha, motivação.



As cores, ganhar um sorteio, chorar de emoção, feriado e final de semana prolongado, banheira de hidromassagem, planejar uma viagem, honestidade, irmãos, os ensinamentos de Jiddu Krishnamurti, aniversário de criança, nostalgia, trabalhar em casa, escovar os dentes, streaptease, dia de folga, dirigir um carro, salto alto, inspiração, respirar fundo, escrever, liberdade, água de côco, passeio de trem e metrô, tatuagens e piercings, acampamento com amigos, consciência limpa, homem dançando (ah se eles soubessem o quanto ficam sexys...), pensamentos positivos, massagem, borboletas no estômago, rezar, novas oportunidades, café da manhã de hotél (de luxo), aquela mensagem tão esperada, aquela viagem tão esperada, meditar.



Histórias para contar numa roda de amigos, aniversários, vento suave, textos inspiradores, fondue de chocolate, homem cheiroso com a barba por fazer, botox, bolsa de água quente nos pés gelados, feijão e arroz, ter saúde, espiritualidade, caderno novo para começar a escrever, loja de guloseimas, satisfação profissional, ar condicionado (frio), descobrir aonde está coçando e coçar muito, suspiros (os dois tipos), reencontrar uma pessoa especial e perceber que a amizade não mudou ao longo do tempo, fofocar com as amigas, sopas e caldos no inverno, tecnologias, humildade, testar novas receitas culinárias, festa surpresa, jantar a luz de velas, halloween, e tudo mais aquilo que quando você fecha os olhos, o sorriso aparece instantaneamente nos lábios.

...




sexta-feira, 13 de junho de 2014

Ozzy, Cuddy, Bobby e Maggie

Ozzy, Cuddy, Bobby e Maggie são nossos animaizinhos de estimação, que dividem o espaço de setecentos metros quadrados conosco. Os gatos chegaram primeiro, já no início da nossa mudança para o nosso canto, eles vieram meio que de "sopetão", doados por uma dona maluca que queria exterminá-los. Adotamos os dois irmãos (são um casal) e até hoje não tem jeito dos dois se entenderem, apesar de dormirem sempre perto um do outro. Ozzy é mais "dono do pedaço", mia sem parar e extremamente ranzinza. A Cuddy é super tranquila, dorme quase o dia todo e dificilmente incomoda. E assim se passaram quase três anos. Até que um dia, um cachorrinho simpático, começou a aparecer na frente da nossa casa, que na época não tinha portão, fazendo com que o cãozinho e sua amiguinha chegasse até a porta de casa para pedir comida. Logo por esses tempos, fomos viajar para New York e minha sogra ficou de vir tratar os gatos e cuidar deles. Quando voltamos, ela nos disse que cuidou direitinho dos gatos e do Bobby. Bobby? Que Bobby?

Mimis recém chegados - Ozzy e Cuddy
Óinnnn...que saudades!!!
Mimis já adultos e espiando pela janela
Bobby nos primeiros momentos com sua nova família!
Esse foi o nome que minha sogra escolheu para chamar o simpático cãozinho que aparecia todos os dias quando ela vinha tratar os gatos, lhe pedindo comida. Com pena, minha sogra continuou a tratá-lo, assim como os gatos, até o retorno de nossa viagem. E assim, Bobby foi nos conquistando e nos visitando quase que diariamente, até o dia em que cercamos o terreno, e tivemos que fazer uma escolha: deixá-lo do lado de fora e não cuidar mais dele, ou colocá-lo do lado de dentro e assumir todas as responsabilidades que a posse consciente nos pede. Decidimos por adotá-lo de vez. Compramos casinha, remédios (pois ele teve cinomose e quase nos deixou), cuidamos da melhor forma possível, por quase um ano. Mas sentimos que o Bobby ficava triste de vez em quando, pois estava muito solitário, e os gatos não gostaram muito da ideia de dividir seu espaço com um cão.

Cavando no barro na construção da parte nova da casa.
Brincando de imobilizar o papai no sofá!
Decidimos então adotar a Maggie, um filhote que nasceu de um cruzamento de uma American Stafforshire com um vira-latas. Como era doação, meu marido quase ficou maluco pelo filhote. A dona dele nos trouxe no feriado da Páscoa, e por ser muito pequenina ainda ( não tinha quarenta dias quando veio para nós), nos deixou praticamente três dias sem dormir. Chorava muito, como todo filhote e não sabíamos mais o que fazer para acalmá-la. Já tínhamos até ligado para a dona vir buscá-la, pois o Bobby de início não gostou muito da ideia. No quarto dia, onde ela seria devolvida à mãe, Bobby começou a aceitá-la, meio que a contra-gosto, mas pelo menos parou de atacá-la tanto. Decidimos então tentar mais um pouco e devagarinho os dois foram se entendendo do jeito deles. 

Maggie no primeiro dia com sua nova família..
Uma semana depois...
A Maggie é bastante agressiva para brincar, e não se deixa dominar fácil pelo Bobby, que pensa ser o dono do pedaço e fica tentando dominá-la o tempo, sem muito sucesso. Quando ele perde a paciência, acaba a atacando e somos obrigados a separá-los por um tempo. Acredito que quando ela atingir a idade adulta, quem vai dominar o Bobby vai ser ela. No momento ela só tem três meses, e já pesa dez quilos, está quase da altura do Bobby, mas apesar dos desentendimentos, eles brincam bastante durante o dia. A noite, como o Bobby teve muitos problemas e sequelas relacionadas a cinomose, ele dorme dentro de casa, e a Maggie por enquanto, dorme na casinha dela, dentro da lavanderia. Logo queremos comprar outra casinha para ela, pois está crescendo muito rápido e quase não cabe mais na casinha que era do Bobby.

Já amiga da Bobby..
Curtindo um solzinho num sábado de manhã...
Mãe brincando com a Maggie...
Maggie desconfiada com a câmera...
No futuro, colocaremos as duas casinhas na garagem e os dois passarão a noite do lado de fora. Apesar deles de vez em quando aprontarem algumas artes, nós estamos bem felizes com nossos quatro bichinhos de estimação, que sempre nos retribuem muito carinho. Os gatos não se dão muito bem com os cães e passam a maior parte do tempo dentro de casa dormindo, mas estamos ensinando-lhes e conviverem todos juntos sem se estranharem. Sabemos que leva tempo e muita paciência, mas aos pouquinhos vamos tentando ensinar todos eles.


Até o próximo post!